Nesta segunda-feira (25), o Ministério da Economia informou que o ministro Paulo Guedes testou positivo para a Covid-19.Segundo a pasta, ele está com sintomas leves.
Guedes viajou para os Estados Unidos na semana passada e voltou a Brasília no fim de semana. Os compromissos presenciais do ministro foram cancelados.
“A Assessoria Especial de Comunicação Social informa que o ministro Paulo Guedes testou positivo para Covid-19. Os compromissos presenciais desta semana foram cancelados. Com sintomas leves e tendo tomado as três doses da vacina, o ministro manteve a agenda de reuniões virtuais e permanecerá em isolamento”, afirma nota da pasta.
Nesta segunda-feira, o ministro tinha apenas agendas internas, com secretários do seu ministério.
(Varela Net).

![Photo of Ver todas de Colunistas Filme baiano sobre 2 de Julho é selecionado para Festival de Gramado Sábado, 19/07/2025 – 08h10 Por Redação Filme baiano sobre 2 de Julho é selecionado para Festival de Gramado Foto: Divulgação O Filme baiano “Na Volta Eu Te Encontro”, dirigido por Urânia Munzanzu e produzido por Flávia Santana, foi selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros do Festival de Cinema de Gramado, no Rio Grande do Sul. A exibição está marcada para o dia 19 de agosto. A obra mistura elementos de documentário e ficção para registrar a “Volta da Cabocla”, etapa que encerra os festejos do 2 de Julho, data emblemática da luta pela independência na Bahia. No dia 5 de julho, as imagens do Caboclo e da Cabocla retornam ao bairro da Lapinha, em Salvador, encerrando o percurso iniciado no início do mês, quando se celebra a expulsão das tropas portuguesas do território baiano. Segundo a diretora, o filme busca reafirmar a presença e o protagonismo de povos historicamente apagados das narrativas oficiais. “É uma reverência às etnias indígenas que fabricaram nossas heroínas e heróis, verdadeiros responsáveis pela independência brasileira”, diz Urânia Munzanzu. Ela acrescenta que a proposta da obra é também lembrar as raízes de um povo marcado pela luta e pelo desejo de liberdade. Além de Gramado, “Na Volta Eu Te Encontro” será exibido em outras três mostras pelo país. No dia 21 de julho, entra na programação do 32º Festival de Cinema de Vitória, no Espírito Santo, com exibição no Sesc Glória e debate previsto para o dia seguinte no Hotel Senac Ilha do Boi. Entre 30 de julho e 6 de agosto, participa do 47º Festival Guarnicê de Cinema, em São Luís, no Maranhão. O curta já passou por eventos como o Festival Tela Cariri, Afroestima e o Cine Deburu, onde recebeu o prêmio de Melhor Filme. Além disso, a produção também foi destaque no XX Panorama Internacional Coisa de Cinema, vencendo nas categorias de Melhor Fotografia e Melhor Som. Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias. Para caber no story: Estudos indicam que músicas ficaram mais curtas nas últimas décadas, com tempo médio de 2 minutos Sábado, 19/07/2025 – 00h00 Por Bianca Andrade Para caber no story: Estudos indicam que músicas ficaram mais curtas nas últimas décadas, com tempo médio de 2 minutos Foto: Canva “Duas sanfonadas e acabou o forró…”. A frase, que tem a música como objeto – mas é utilizada por internautas para falar sobre a brevidade das coisas, mais especificamente sobre relações sexuais -, aplica-se também ao objeto original da oração: a canção. Você piscou e a música acabou. Não, não é uma impressão. As músicas realmente ficaram mais curtas nos últimos anos, e estudos, como o da Universidade da Califórnia mostram que a tendência é que as canções continuem a ter o tempo reduzido, similar ao de um jingle em uma campanha publicitária, por exemplo. Mas esqueça ‘Cheiro de Amor’, interpretada por Maria Bethânia, pensada por Duda Mendonça como jingle do Motel Le Royale, de Salvador. As músicas tendem a ser mais curtas do que os 2:22 minutos da canção de Bethânia, com uma minutagem que não chega, por vezes, nem aos 60 segundos. Ao Bahia Notícias, Marcelinho Oliveira, produtor musical, arranjador, diretor musical e compositor da Banda EVA, pontuou que a mudança na duração da música tem ligação com a adaptação ao mercado atual no sentido do consumo. “Acho que mudou drasticamente nos últimos anos. Eu tenho 23 anos de carreira, o comportamento mudou muito, e eu acho que a forma que se escuta a música também. Antigamente as pessoas paravam para ouvir um disco e escutavam o disco durante um mês inteiro, escutavam a música em CD players. Hoje em dia as pessoas escutam 3, 4, 5 álbuns em um dia ou uma playlist com dezenas de músicas em um dia, isso já é uma mudança de comportamento. E com relação às plataformas de streaming, como TikTok, Instagram, principalmente, se dá porque as pessoas não têm tempo para poder escutar uma introdução, as pessoas têm que resolver isso de uma forma extremamente rápida.” Marcelinho Oliveira (Foto: Instagram) Para o cantor Gustavo Mioto, em entrevista ao site no início do ano, é uma prova do imediatismo da geração. “Hoje, temos músicas mais curtas, e antes eram mais longas. A nova geração não tem paciência para nada. Se não foi consertado na raiz, é impossível reverter. Precisamos descobrir maneiras novas de prender a atenção em três minutos, com textos mais curtos e profundos”. O artista acredita que este seja um caminho sem volta. Dados do relatório Chartmetric 2024 Year in Music Report, divulgados no início deste ano, mostraram que a duração média das faixas executadas no Spotify caiu para aproximadamente 3 minutos, uma redução de 15 segundos em relação ao ano anterior e 30 segundos a menos que em 2019. Já os estudiosos norte-americanos da Universidade da Califórnia, que analisaram 160 mil faixas disponíveis no Spotify, constataram que a duração média das músicas diminuiu um minuto e três segundos entre as décadas de 1990 e 2020. Foto: Chartmetric Músicas longas chegaram a ser um problema para grandes artistas, como a banda Queen, por exemplo, que foi aconselhada a não colocar ‘Bohemian Rhapsody’ como single por ter 5:52, algo incomum para as rádios. O plot twist? A canção é um dos maiores sucessos da banda britânica. Em 2024, isso não é mais um problema. A música mais curta registrada no Spotify foi a faixa ‘clip 1’ da banda A-Reece, com 00:32. No Brasil, das cinco músicas mais ouvidas no TOP Brasil do Spotify no mês de julho, apenas uma consegue chegar a 3 minutos: FAMOSINHA – Dj Caio Vieira, MC Keno K, Mc Rodrigo do CN (2:12) P do Pecado – Grupo Menos É Mais, Simone Mendes (3:10) Tubarões – Diego & Victor Hugo (2:42) Artista Genérico – Veigh, Supernova Ent (2:30) Eu Vou na Sua Casa – Felipe Amorin, Vitão, BIN, Malibu (2:57) Entre os motivos elencados por especialistas estão a forma como os serviços de streaming contam a reprodução da canção. Em algumas plataformas, a execução de uma música é contada após cerca de 30 segundos. Desta forma, uma música curta tem mais chances de ser ouvidas várias vezes, tornando ela um hit “orgânico”, mesmo ela tendo sido pensada com a finalidade de ser viral. Para Marcelinho, esta é uma questão geracional: “Tem gente que não curte muito essa rapidez, mas é uma galera que também não adere a esse comportamento, são pessoas mais velhas, que escutam música com mais tempo, param para poder escutar. Às vezes eu quero escutar uma música pop, eu acabo me deparando com essa realidade e às vezes eu quero escutar uma música mais MPB, mais antiga, que tem uma introdução bacana, que tem um solo bacana também e tal. Isso vai muito desse poder de escolha que a gente tem de uma forma geral”. Ao Bahia Notícias, o cantor e compositor Diggo fez uma análise do mercado. Responsável por sucessos como ‘Dengo’ (2:34), ‘Abaixa Que É Tiro’ (2:37), e ‘Xuxu’ (2:52), o artista acredita que a redução na duração da música tem a ver com o consumo do público. “Eu acho que isso vai piorar. Porque com o avanço da tecnologia, como tudo é muito rápido, para você mudar uma música hoje é frações de segundos, então, se realmente essa música não for… a música não começar logo, ou se a música não for rápida, ele vai passar a música. Se ele não gostar, ele vai passar logo, é tudo muito prático”, afirma. Para o artista, o “tempo de vida” da canção, com o advento das redes sociais, também se tornou mais curto; dessa forma, os cantores e produtores passaram a trabalhar cada vez mais em canções mais curtas, mas com possibilidades de se tornarem virais, para conseguirem sobreviver no “hype”. “Antigamente para você ouvir uma música tinha que ser na rádio, você tinha um CD. Então, para a gente é ruim. É ruim porque acaba que a gente tem que lançar coisas em pouco tempo, né? Enquanto a música durava 6 meses, 1 ano, hoje a música dura 1 mês, 2 meses. E a gente não tem muito que fazer, né? Tem que se ajustar”, avalia Diggo. Marcelinho cita que um dos maiores desafios atualmente é se adaptar ao tempo curto de uma canção para prender o público sem perder a identidade do artista. “Como produtor musical é um desafio também você compactar as ideias. Acaba, em parte, perdendo uma construção musical, mas é o que está acontecendo. Em 20 segundos você tem que ter um refrão no mundo atual, o pop. As pessoas estão consumindo rápido, a gente tem que fazer uma coisa mais rápida também, e tentar bater de frente com isso é desleal. Porque é como as pessoas se comportam atualmente.” Rafinha RSQ (Foto: Instagram) O tópico já era pauta no Bahia Notícias desde 2021. Naquele ano, o site fez uma entrevista com o produtor musical Rafinha RSQ, compositor de grandes hits da atualidade, que falou sobre como as novas tecnologias interferiam na produção de músicas, e citou justamente a questão apontada por Diggo: o sucesso quase passageiro das canções. “A nova forma de fazer música, da parte positiva, é que muitas pessoas anônimas e muitos artistas alternativos e independentes, que não têm grandes produtores e empresários, conseguem ter a possibilidade de estourar. A parte negativa é que está tudo indo embora muito rápido, e eu estou ficando desesperado com isso. A fase negativa é: você fica uma semana vendo a mesma música, chega uma hora que sua cabeça já está cansada da mesma música. E aí o que acontece? As pessoas param de dar play, tomam pavor da música. É muito desesperador”, disse ao site na época. O fenômeno das músicas curtas chama atenção no gênero Pop e tem forte influência das redes sociais, que limitam a duração dos vídeos a 60 segundos, fazendo com que seja escolhido o trecho mais impactante da canção para servir de trilha sonora do registro. A repetição exaustiva de um trecho faz com que ela viralize, conquistando o amor de alguns e o ódio de outros. E em questão de dias, em alguns casos, de semanas, a canção já é datada como algo velho para a rapidez da internet, que, neste meio tempo, já encontrou outro sucesso viral com menos de 3 minutos para chamar de novo amor. Não é mentira quando se fala de música “para caber nos stories”. Faixas com introduções longas já não prendem mais a nova geração e tem menos chance de viralizar. Já as que vão direto ao ponto, podem encaixar perfeitamente nos 60 segundos de um vídeo para o TikTok e se tornar o novo hit do momento. Ao Bahia Notícias, o cantor, compositor e multi-instrumentista Jorge Vercillo já tinha deixado uma dica para a nova geração: a busca por um bom trabalho e não apenas o foco na popularidade das redes sociais, a se restringir a um trabalho guiado pela nova tecnologia. Foto: Instagram “Quero que eles se concentrem na qualidade da música que eles querem fazer e não apenas na quantidade de seguidores, de plays. Porque a quantidade não é a qualidade, e é muito mais importante; o que vai garantir que esse conteúdo vai perdurar é a qualidade. O que vai definir a permanência dele no mercado é esse diferencial. Tem muitos jovens talentosos que vêm me procurar, mas sempre em busca de um hit, e eu acho que acaba ficando na mesmice. Os jovens têm muitas ideias boas e essas músicas não necessariamente precisam ser apenas sintéticas.” No entanto, no meio de tudo isso, o lado bom das plataformas digitais, citado por Rafinha RSQ em 2021, segue tendo grande impacto para os artistas. Um relatório feito pela Luminate, divulgado em fevereiro deste ano, apontou que “o TikTok é um impulsionador-chave para a descoberta de músicas, monetização e sucesso nas paradas”. Os dados indicaram ainda que 84% das músicas que entraram na Billboard Global 200 em 2024 viralizaram no TikTok primeiro, além de apontar que os usuários do TikTok nos EUA têm 74% mais chances de descobrir e compartilhar novas músicas em plataformas sociais e de vídeo curto do que o usuário médio de plataformas de vídeos curtos. “Eu tenho uma filha e eu vejo que ela escuta muito a música em muito pouco tempo, ela tem nove anos de idade. É uma quantidade de informações que a gente tem hoje que, se comparado ao que se tinha há 10, 20, 30 anos, é um absurdo. Então, acho que hoje se dá muito por isso também, pelo comportamento de quem consome o pop. Não é só sobre uma pessoa, é sobre uma geração”, avalia Marcelinho. O fato é que, sendo curta ou sendo longa, se uma música é para ser sucesso, ela vai conseguir brilhar: “Existem vários motivos para que uma música seja sucesso por vários ingredientes que a própria música tem”, garante o produtor. Padre Bida em “Guerreiros do Sol”, Rodrigo Lelis estrela monólogo “Sr. Oculto” em Salvador Sábado, 19/07/2025 – 00h00 Por Laiane Apresentação Padre Bida em “Guerreiros do Sol”, Rodrigo Lelis estrela monólogo “Sr. Oculto” em Salvador Foto: Divulgação / Caio Lirio No ano de 1886, os leitores de Londres, capital da Inglaterra, tiveram o primeiro contato com a obra de Robert Louis Stevenson, “O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Sr. Hyde”, ou apenas “O Médico e o Monstro”. Quase 140 anos depois, com as transformações e avanços da tecnologia, a história, que se tornou um clássico do terror psicológico, ocupa o Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, no monólogo “Sr. Oculto” com produção de Marcio Meirelles, texto adaptado por Mônica Santana e estrelado pelo ator baiano Rodrigo Lelis. Responsável por dar vida ao Dr. Jekyll e ao Sr. Hyde, falta pouco para Rodrigo gabaritar os gêneros dramáticos. Em 11 anos de carreira profissional, o ator interpretou o cantor Caetano Veloso, no filme “Meu Nome é Gal” (2023), e atualmente, além de estar em cartaz até o dia 3 de agosto com “Sr. Oculto”, estreou como o personagem Padre Bida na novela “Guerreiros do Sol”, uma produção original Globoplay. Fotos: Estevam Avellar/Globo Ao Bahia Notícias, Rodrigo descreveu a profissão de ator como um “trabalho de operário”, repetitivo. O artista teve seu primeiro contato com a atuação aos 17 anos, mas antes de bater o martelo na escolha de carreira, estudou Engenharia Civil como forma de dar “mais alegria” aos pais. “Eu queria dar um pouco mais de alegria a meu pai e a minha mãe. Minha mãe, principalmente, sempre foi muito contra assim, não no sentido de ser contra a arte, pelo contrário. Mas ela não queria, não entrava muito na cabeça dela. Meu pai sempre falou de uma formação também, de um diploma, né? Por mais que isso não valha nada, ao mesmo tempo, isso vale”, relembrou. Entretanto, o período em que esteve no curso foi descrito pelo ator como “os piores anos” de sua vida. “Eu estava virando uma pessoa completamente estranha e me sentia triste, ao mesmo tempo, ficava buscando a felicidade em coisas supérfluas e banais”, explicou. A experiência, segundo Lelis, o fez entender o que realmente gostava. O resultado está sendo colhido ao longo dos anos. Este é o segundo ano de “Sr. Oculto” em cartaz e estrelado por Lelis, que considera o monólogo um texto à frente de seu tempo. “Falar sobre a psique, falar sobre o quanto nós temos em cada um de nós o bem e o mal… Porque a Igreja Católica, de algum ponto, nos culpa pelo bem e pelo mal que estão ali presentes, mas nunca é os dois juntos. Sente o bem e o mal, nunca é as duas presentes, de estar dentro de cada um de nós”, diz Lelis. A obra acompanha a história de um médico que se isola da sociedade enquanto um monstro, criado por ele, ganha notoriedade. Na montagem em cartaz, a história ganha uma trilha sonora ao vivo e projeções visuais. Apesar da importância da história adaptada, Rodrigo alerta para seu conteúdo. Durante a temporada, uma mulher chegou a desmaiar durante a apresentação e outras sete precisaram deixar o espetáculo durante seu curso devido a gatilhos. A peça aborda temas sensíveis como violência, abuso e saúde mental. “É um espetáculo que é importante e forte. Porque existem figuras que estão aí no poder, principalmente que já estiveram – ainda mais hoje em dia, pelo menos não ocupa a presidência… Mas temos no Legislativo pessoas assim. Esses ‘homens de bem’, brancos, que se acham a solução do mundo, mas, na verdade, possuem monstros horríveis que estão só acabando com tudo”, declarou. Em seu segundo ano com o espetáculo, Lelis não pretende se despedir da história e deseja retornar com os personagens até quando puder. “O Sr. Oculto precisa acontecer porque é um texto de denúncia em relação a essas mesmas pessoas, a esses monstros”, defende. O texto foi o primeiro monólogo realizado por Lelis, que foi inspirado pela mãe. “Minha mãe foi o meu maior desafio, porque ela foi a pessoa que mais foi contra isso. E, por eu ter sido movido a desafios, eu estou o tempo inteiro, toda hora me desafiando. Então, nos meus 10 anos de carreira, eu quis estar sozinho [em cena]”, explicou. A peça estará disponível nas sextas-feiras, sábados e domingos, até o dia 3 de agosto, às 19h, no Museu de Arte da Bahia. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla e variam entre R$20 e R$40. Pedro Scooby revela detalhes da agitada vida sexual com Cintia Dicker Sexta-Feira, 18/07/2025 – 22h00 Por Folhapress Pedro Scooby revela detalhes da agitada vida sexual com Cintia Dicker Foto: Reprodução / Redes Sociais Pedro Scooby não economizou palavras para descrever a intensidade da relação com a esposa, a modelo Cintia Dicker. Durante participação no podcast Em Pé, apresentado por Fernanda Gentil, o surfista revelou detalhes sobre a agitada vida sexual dos dois, que estão casados desde 2020. “Eu achei que fosse um cara que gostasse muito [de sexo], até conhecer ela. Ela gosta muito, muito, muito mesmo”, contou. “Temos uma química monstra”, completou o surfista. Segundo ele, o casal também costuma apimentar a relação com acessórios eróticos. Scooby contou que eles mantêm uma caixa com brinquedos variados e que ambos curtem algemas, chicotes e itens para amarração, além de fantasias. Antes de abrir detalhes sobre a vida íntima, Scooby fez questão de enaltecer Cíntia como parceira, mãe e madrasta dos filhos que tem com Luana Piovani -Dom, de 13 anos, e os gêmeos Liz e Bem, de 9. “Ela abraçou um pacotão que sou eu e meus filhos, e não é mole, mas dá muito amor e carinho pra eles”, disse. O casal tem uma filha juntos, Aurora, de 2 anos, e já havia falado anteriormente sobre o apetite sexual intenso que compartilham. “A gente é viciado em sexo. Chega a ser meio doentio”, comentou Scooby em outro momento. Filho de Marcos Mion é confirmado em nova temporada de série do Gloob Sexta-Feira, 18/07/2025 – 21h00 Por Redação Filho de Marcos Mion é confirmado em nova temporada de série do Gloob Foto: Reprodução / Redes Sociais O filho caçula do apresentador Marcos Mion, Tefo Mion, participará da nova temporada da série “O dia em que a minha vida mudou”, da Gloob. A produção estreará no canal fechado na próxima segunda-feira (21). O ator-mirim interpreta Bereba, o melhor amigo de Mia, protagonista da série e vivida por Alice Leite. O personagem já participava da primeira temporada, mas retornará com maior destaque. Com roteiro de Keka Reis e Thomas Huszar, produção da Loma Filmes e direção geral de Thaís Medeiros Jorge e Pedro Jorge, a série acompanha a transição da infância para a pré-adolescência no dia a dia de Mia. NFL negocia com a Globo para transmissão de jogos nos canais da emissora Sexta-Feira, 18/07/2025 – 20h00 Por Redação NFL negocia com a Globo para transmissão de jogos nos canais da emissora Foto: Reprodução / Instagram Principal liga de futebol americano, a NFL abriu negociações com a Globo para a transmissão dos jogos da temporada junto aos playoffs da liga. De acordo com o jornalista Gabriel Vaquer, do F5, a proposta envolve a exivbição no canal SporTV. A transmissão deve incluir partidas da conferência NFC, além de confrontos internacionais. Dentro do pacote, o duelo que vai ocorrer no Brasil entre Los Angeles Chargers e Kansas City Chiefs também consta. O jogo vai acontecer no dia 5 de semebtro, na Neo Química Arena, em São Paulo. A aproximação é igualada à movimentação da Fórmula 1 que, depois de anos vai retornar à Globo a partir de 2026 por conta do prestígio comercial que a emissora provoca. Atualmente, a NFL é transmitida na ESPN. O acordo entre as instituições foi formada em 1992. Além disso, a Rede TV também compartilha do acordo e pretende renovar por mais três anos. Apresentador norte-americano tem programa cancelado após criticar Donald Trump](https://revistacanal.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMAGEM_NOTICIA_9-2025-07-19T090859.700-390x220.webp)


