O governo da Bahia lançou o planejamento da Operação Carnaval 2023, na manhã desta segunda-feira (13), realizada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). O conjunto de ações para o primeiro Carnaval após a pandemia do Covid-19 na capital e interior do estado reunirá 30 mil profissionais das Polícias Militar (PM) e Civil (PC), Departamento de Polícia Técnica (DPT) e Corpo de Bombeiros (CBMBA).
O investimento para garantir a segurança dos foliões no Estado é de 8 milhões. masi de R$ 60,8 milhões. “Estamos falando de quase 70 milhões de reais com investimento tanto no pessoal quanto na infraestrutura de alojamentos, equipamentos, câmeras, de portais para que as pessoas possam, de fato, ter a garantia que dentro do circuito estarão o mais seguras possível. Nós estaremos trabalhando 24 horas, a PM, Civil e Bombeiros, mesmo quando não está acontecendo a passagem e trios e de blocos, a polícia está em operação. Nós teremos ações diárias para acompanhamento tanto da capital, quanto do interior”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues, em coletiva de imprensa.
A PM irá garantir o policiamento ostensivo e repressivo nos corredores da festa com efetivo de 22.700 policiais militares, distribuídos em 47 mil turnos. Eles vão estar presentes nas areas de acesso e estações de transporte coletivo, além das principais vias de trânsito da capital baiana. Aeronaves, viaturas de quatro e duas rodas, cães e cavalos também serão aplicados em atividades em todas as áreas que envolvem a festa.
O CBMB vai realizar combate a incêndios, salvamentos, resgates aquáticos, vistorias, atendimento pré-hospitalar, entre outras demandas em Salvador e 22 municípios. Postos estarão distribuídos ao longo dos circuitos, incluindo as praias, além de caminhões auto bomba tanques, auto escada mecânico, e veículos para atendimento pré-hospitalar. No total, o efetivo contará com 2.624 bombeiros militares.
A Polícia Civil contará com delegados, escrivães e investigadores que estarão realizando atendimentos nos postos especializados e Delegacias Especiais de Área, divididos por toda extensão de cada um dos três circuitos. Ao todo, são 2.922 policiais civis distribuídos em quase 11 mil plantões, atuando em dois eixos: repressão ao crime e qualidade do atendimento aos grupos vulnerabilizados.
A violência contra as mulheres também vai estar no foco das ações com a distribuição de uma pulseirinha vermelha que estimula as vítimas a denunciarem os casos.
Na capital baiana, os acessos ao circuito Dodô (Barra/Ondina), Osmar (Campo Grande/Centro) e Batatinha (Pelourinho) vão ser monitorados 24 horas, nos seis dias da festa, pelos portais de abordagem. Serão 300 câmeras fixas e móveis monitoradas pela SSP, dentre os equipamentos de reconhecimento facial e de monitoramento. Detectores de metais impedirão a entrada de armas de fogo, armas brancas e foragidos da Justiça nos circuitos da festa.
(Varela Net).




