Segundo relatos da família, Manjit começou a se sentir mal após voltar para casa de um dia de trabalho no verão europeu de julho de 2025. No dia seguinte, seu marido a encontrou inconsciente, com lábios arroxeados e extremidades frias, sinais típicos da evolução rápida para choque séptico. Ela foi levada às pressas ao hospital.
Durante o tratamento intensivo, seu estado se agravou: além da sepse, Manjit sofreu várias paradas cardíacas e foi colocada em coma induzido enquanto os médicos lutavam para estabilizá-la. Em razão da gravidade da infecção, que se espalhou pelo corpo, os cirurgiões precisaram amputar as duas mãos e as duas pernas abaixo dos joelhos. Ela também perdeu o baço e enfrentou outras complicações médicas graves durante sua estadia de mais de 30 semanas no hospital.
Depois de meses de internação, Manjit finalmente recebeu alta e voltou para casa, onde agora está se adaptando à vida após a amputação. Sua família iniciou uma campanha de arrecadação para ajudar na compra de próteses avançadas, fisioterapia e adaptações na residência, e vem compartilhando sua história para alertar outras pessoas sobre a rapidez e gravidade que a sepse pode assumir.
Alerta
Apesar da causa ter começado em um corte aparentemente pequeno, especialistas ressaltam que, embora infecções graves associadas à saliva de cães sejam extremamente raras, elas podem ocorrer quando bactérias presentes na boca do animal entrarem na corrente sanguínea por meio de feridas abertas, especialmente em casos de ferimentos ou cortes na pele.
Manjit tem transmitido uma mensagem de cautela e conscientização: essa experiência, ela enfatiza, “poderia acontecer com qualquer pessoa”, destacando a importância de buscar atendimento médico imediato ao notar sinais de infecção ou mal-estar após qualquer ferida ou exposição a fontes potencialmente contaminadas.
Varela Net




