O Superior Tribunal de Justiça (STJ) afastou novamente o conselheiro José Gomes Graciosa do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). Condenado neste ano a 13 anos de prisão por lavagem de dinheiro, ele havia conseguido retornar ao cargo, mas voltou a ser afastado após decisões que restabeleceram os efeitos da condenação, entre eles a perda do cargo público.
O novo afastamento foi determinado pela ministra Isabel Gallotti, do STJ, que mandou oficiar o TCE-RJ para cumprir a decisão. A medida veio depois que o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou no último dia 6 o entendimento que havia permitido o retorno de Graciosa. O conselheiro tinha voltado à cadeira em setembro de 2025, por meio de um habeas corpus.
O caso tem origem na Operação Quinto do Ouro, que em 2017 levou à prisão de Graciosa e de outros quatro conselheiros do tribunal. Todos foram afastados sob a acusação de receber propina e lavar dinheiro em um esquema de corrupção.
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