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Libertadores: Veja as chances de um G9 no Brasileirão após definição das finais continentais

Com a definição das finais da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana, as equipes brasileiras que ainda sonham com uma vaga na principal competição do continente já fazem as contas para saber se podem garantir a classificação. É o caso do Bahia, que está atualmente na sétima colocação, com 49 pontos, dois atrás do Fluminense, que ocupa o quinto lugar.

O Esquadrão ainda tem chances de se classificar para a fase de grupos da competição, mas também depende de resultados que podem abrir novas vagas pelo Campeonato Brasileiro. Santos, São Paulo e Bragantino são outros clubes que acompanham as definições com atenção.

 

Com as decisões continentais definidas, restam 32 combinações possíveis de resultados nas três copas, considerando os campeões dos torneios internacionais, os finalistas da Copa do Brasil e o vencedor da mesma. A estas possibilidades, somam-se as diferentes posições finais no Brasileirão, que determinam como as vagas serão distribuídas para a Libertadores de 2027.

 

G9 AINDA PODE ACONTECER?
O cenário de nove clubes brasileiros na Libertadores de 2027 ainda é possível, mas depende de uma combinação bastante específica de resultados. O Palmeiras precisa conquistar a Libertadores contra o Estudiantes, enquanto o Atlético-MG deve vencer o Boca Juniors na final da Sul-Americana. Além disso, os dois clubes precisam chegar à decisão da Copa do Brasil.

 

O Atlético-MG também precisa terminar o Brasileirão entre os sete primeiros colocados para que se concretize o cenário de G9 descrito nas projeções. Se todas essas condições forem atendidas, o Brasil poderá ter nove representantes na competição: sete classificados diretamente para a fase de grupos e dois disputando a fase preliminar, conhecida como Pré-Libertadores.

 

E SE OS DOIS PERDEREM AS FINAIS?
Se Palmeiras e Atlético-MG perderem suas respectivas decisões continentais, a Copa do Brasil ganhará ainda mais importância para os clubes que buscam uma vaga na Libertadores. As semifinais da competição nacional serão disputadas entre Palmeiras e Vasco, de um lado, e Atlético-MG e Grêmio, do outro. Os resultados podem influenciar a distribuição das vagas, especialmente se os finalistas já estiverem classificados por outro caminho.

 

Caso a final seja entre Grêmio e Vasco, o rebaixamento também poderá fazer diferença. Se um dos clubes conquistar a Copa do Brasil, mas terminar o Brasileirão na zona de rebaixamento, não poderá disputar a Libertadores pela vaga conquistada na Copa. Nesse caso, a vaga será redistribuída conforme as regras da competição.

 

Se os dois escaparem do rebaixamento, não haverá abertura de vaga por esse motivo específico. Isso, porém, não garante que o G5 será mantido: os resultados das competições continentais e a eventual duplicidade de classificações ainda poderão ampliar o número de representantes brasileiros.

 

Outra possibilidade é uma final entre Palmeiras e Atlético-MG. Nesse caso, a quantidade de vagas dependerá também da classificação dos dois clubes no Brasileirão e dos resultados das finais continentais. Se os finalistas já tiverem garantido suas vagas por outros caminhos, as vagas da Copa do Brasil poderão ser repassadas aos clubes mais bem colocados na Série A que ainda não estejam classificados.

 

E O G8?
Se o G9 depende de uma combinação mais restrita de resultados, o cenário com oito clubes brasileiros na Libertadores apresenta outras possibilidades. Uma das principais combinações envolve um título internacional de Palmeiras ou Atlético-MG, desde que o resultado também provoque a abertura de uma vaga adicional pelo Brasileirão. A conquista continental pode alterar a distribuição das vagas quando o campeão já estiver classificado por meio da competição nacional.

 

A Copa do Brasil também pode contribuir para a ampliação. Se um ou os dois finalistas já tiverem garantido a classificação por outro caminho, as vagas nacionais poderão ser redistribuídas. Por isso, a possibilidade de G8 não depende apenas de quem vence as finais, mas também da posição final dos clubes na Série A e da situação dos finalistas da Copa do Brasil.

 

Assim, a confirmação do G8 exige a combinação dos resultados continentais com a classificação final do Brasileirão e a aplicação das regras de redistribuição de vagas. Sem esse cruzamento completo, não é correto afirmar que existe apenas um caminho para chegar a oito representantes brasileiros.

Bahia Notícias

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