Na noite deste domingo(2), o filme “Anora”, dirigido por Sean Baker, levou para casa o cobiçado prêmio de Melhor Filme no Oscar, realizado em Los Angeles. O prêmio consagrou a produção que já vinha acumulando elogios e vitórias na temporada de premiações, incluindo a Palma de Ouro em Cannes 2024 e troféus importantes como o PGA e o DGA Awards.
Estrelado por Mikey Madison, “Anora” mistura comédia, drama e crítica social ao narrar a história de uma jovem stripper do Brooklyn que vê sua vida transformada ao se envolver com o filho de um oligarca russo. O longa, produzido com um orçamento modesto de US$ 6 milhões, destacou-se entre concorrentes de peso como “Ainda Estou Aqui”, do brasileiro Walter Salles, e “Emilia Pérez”, que liderava com 13 indicações.
A vitória de “Anora” reflete o apreço da Academia por narrativas originais e pela visão autoral de Baker, que também foi indicado a Melhor Direção. Com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma trajetória marcada por reviravoltas na corrida ao Oscar, o filme se consolida como um marco do cinema independente, celebrando os marginalizados e redefinindo o que significa um “filme de Oscar” em 2025.
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