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Vacina da Rússia contra Covid-19 ainda não iniciou testes clínicos no Brasil, diz Anvisa

Agência reguladora disse à Reuters que houve várias reuniões, mas 'nenhum documento da vacina russa se materializou'. Candidatas britânica e chinesa já estão registrando resultados parciais de testes

Os testes da vacina russa contra Covid-19, a “Sputnik-5”, ainda não começaram no Brasil, de acordo com informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponíveis nesta terça-feira (6). Enquanto isso, as candidatas britânica e chinesa avançam com testes em estágio avançado.

Segundo informações de uma porta-voz da agência reguladora à Reuters, Paraná e Bahia, que têm acordos de testes, produção ou distribuição da vacina Sputnik-5, ainda não entraram com pedidos de testes clínicos (em humanos).

“Houve diversas reuniões, físicas e online, mas nenhum documento da vacina russa se materializou ainda”, disse a Anvisa à Reuters.

O Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), que está comercializando a Sputnik-5, não respondeu a um pedido de comentário até a publicação desta reportagem. Por sua vez, os testes da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, e também da candidata da chinesa Sinovac Biotech, estão sendo realizados em vários locais do país. Dados iniciais estão sendo enviados à Anvisa.

“Este ainda não é um pedido formal de registro destas vacinas. Só cogitaremos isso quando todos os documentos tiverem sido apresentados”, disse a porta-voz à Reuters.
Em 29 de setembro, para acelerar o procedimento, a Anvisa reduziu a exigência da documentação inicial e simplificou o processo para análise dos imunizantes contra o novo coronavírus, que poderão ser enviados pelas empresas de acordo com a evolução dos trabalhos e não somente todos de uma só vez. O novo formato utilizado se chama “submissão contínua”. (G1/BA)

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