A certidão de óbito do funcionário de Daniel Vorcaro, Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, não informa a causa da morte. Conforme apuração, o documento consta com o status de que a “conclusão ainda depende de exames”.
Sicário havia sido preso na terceira fase da Operação Compliance Zero. Segundo a corporação, ele teria atentado contra a própria vida enquanto estava na Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais.
De acordo com a Polícia Federal, Luiz Phillipi não era responsável apenas por obter informações sigilosas, mas também por monitorar adversários e se antecipar a investigações policiais ou jornalísticas contrárias aos interesses do grupo liderado por Vorcaro.
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