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Depois de cinco meses fechado, Elevador Lacerda volta a funcionar com climatização e protocolos de segurança

Para a reabertura, de acordo com a prefeitura, equipamento, que também é ponto turístico, passa a operar com horário reduzido.

Depois de cinco meses fechado por causada pandemia do novo coronavírus, um dos principais equipamentos de transporte e cartões-postais de Salvador, o Elevador Lacerda, voltou a funcionar nesta terça-feira (18). Conforme a prefeitura, o serviço estava suspenso para implantação de climatização e estabelecimento de protocolos de segurança.

Segundo informações da prefeitura, o Elevador Lacerda, que liga as praças Thomé de Souza, na Cidade Alta, e Cairu, na Cidade Baixa, também passou por pintura, troca de fiação e iluminação, entre outros serviços.

A climatização do equipamento e retorno da operação foram conferidos nesta terça, pelo prefeito ACM Neto e pelo secretário da pasta, Fábio Mota.

“Tivemos que fechar o Elevador Lacerda logo no início da pandemia, por questões de segurança. Agora que as atividades estão voltando ao normal, estamos devolvendo o equipamento com funcionamento pleno e, além de tudo, com essa novidade da climatização, que era uma expectativa muito grande das pessoas”, pontuou ACM Neto.

Novo funcionamento

Para a reabertura, de acordo com a prefeitura, o equipamento passa a operar com horário reduzido, de segunda a sexta, das 7h às 17h30, e aos sábados, de 8h às 17h. A medida segue o protocolo municipal, para amenizar a proliferação do coronavírus.

Os passageiros do transporte vão contar com aferição da temperatura, higienização das mãos com álcool a 70% e organização da fila com distanciamento de 1,5 metro. O acesso ao equipamento será permitido apenas para pessoas que estiverem usando máscara.

A prefeitura informou que o elevador vai funcionar com 30% da capacidade normal, ou seja, seis pessoas por cabine. O valor da tarifa continua R$ 0,15.

Antes da volta do funcionamento do equipamento, todos os funcionários foram testados e também foi realizada a desinfecção do local. Há, ainda, sinalização para distanciamento entre as pessoas e de barreira física de proteção aos ascensoristas dentro das cabines. (G1/BA)

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