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Jornalista Alana Rocha segue com dificuldades para prestar depoimento

Nesta terça-feira (18), Sinjorba e ABI-Bahia informaram que vai acionar novamente a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), órgãos que compõem a Rede de Combate à Violência contra Profissionais de Imprensa, para relatar o andamento da situação e reiterar o pedido de providências que garantam agilidade nas investigações e segurança à profissional.

Entenda o caso

Na tarde da última quinta-feira (13), a jornalista Alana Rocha, teve seu carro destruído em frente à Gazeta FM, emissora de rádio em que ela trabalha. O automóvel teve o para-brisa e o vidro lateral da porta do passageiro destruídos.

Ao ir à delegacia na última segunda-feira (17), a jornalista não conseguiu prestar depoimento novamente. “Ficam com essa enrolação, acho que estou cercada de inimigos”, desabafou Alana, em relato à direção do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba).

Em carta aberta ao público, divulgada em suas redes sociais, Alana comunicou seu afastamento do programa que mantém na rádio, alegando que o apedrejamento do veículo foi um fator limitante e que afetou o estado de saúde de sua mãe. “(… ) A minha mãe está abalada e fragilizada, não se alimenta direito, não está dormindo bem, temendo que eu seja assassinada e entre nas estatísticas e posteriormente na impunidade”, diz em trecho do documento.

Alana segue ainda sem a liberação das imagens das câmeras da rádio Gazeta FM, que podem identificar o autor do apedrejamento e que hoje é um problema para o caso.

“Na delegacia, o ocorrido não foi registrado como atentado à minha vida, mas como danos materiais ao meu carro. Quando tentava dar o depoimento, hoje, me coagiram para eu falar o nome do suspeito, mas não poderia porque não tive acesso às câmeras. Fiquei muito nervosa”, relatou.

 

 

(Varela Net).

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