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Justiça permite aborto para menina que sofreu abuso, mas mãe proíbe procedimento

Uma menina de 12 anos, grávida depois sofrer estupro, teve o aborto autorizado pela Justiça do Piauí. A juíza Elfrida CostUma menina de 12 anos, grávida depois sofrer estupro, teve o aborto autorizado pela Justiça do Piauí. A juíza Elfrida Costa Belleza, da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Teresina, permitiu o procedimento, contudo, a interrupção da gravidez não foi autorizada pela mãe da jovem. As informações são da Folha de S. Paulo.

A menina está com 20 semanas e, segundo a maternidade da cidade, o procedimento só poderá ser realizado até a 22ª semana, pois o Ministério da Saúde permite o aborto legal até o terceiro mês de gestação.

Atualmente, a menina vive em um abrigo com o primeiro filho que ganhou após ter sido estuprada quando tinha 10 anos. A mãe da menina alegou que ouviu orientações médicas de que poderia haver risco à filha caso ela realizasse o aborto. Já o pai da jovem é a favor da interrupção da gravidez.

Depois de saber que a mãe não aprovava o aborto do segundo filho, a menina teve uma crise de ansiedade e precisou tomar medicação para se acalmar. A família estaria disposta a entregar o segundo bebê para uma tia, mas o procedimento é ilegal no Brasil, pois a adoção legal no país segue em uma única fila para todos. a Belleza, da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Teresina, permitiu o procedimento, contudo, a interrupção da gravidez não foi autorizada pela mãe da jovem. As informações são da Folha de S. Paulo.

A menina está com 20 semanas e, segundo a maternidade da cidade, o procedimento só poderá ser realizado até a 22ª semana, pois o Ministério da Saúde permite o aborto legal até o terceiro mês de gestação.

Atualmente, a menina vive em um abrigo com o primeiro filho que ganhou após ter sido estuprada quando tinha 10 anos. A mãe da menina alegou que ouviu orientações médicas de que poderia haver risco à filha caso ela realizasse o aborto. Já o pai da jovem é a favor da interrupção da gravidez.

Depois de saber que a mãe não aprovava o aborto do segundo filho, a menina teve uma crise de ansiedade e precisou tomar medicação para se acalmar. A família estaria disposta a entregar o segundo bebê para uma tia, mas o procedimento é ilegal no Brasil, pois a adoção legal no país segue em uma única fila para todos.

 

 

 

(Varela Net).

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